O Falhanço da Humanidade: as relações humanas
Cada vez mais, temos menos tempo, para usufruir da companhia de seja de quem fôr. Seja ele o marido/esposa, os filhos, os pais, os avós ou os amigos.
Passamos o tempo a correr da casa, para o trabalho, do trabalho para o supermercado, do supermercado para a escola dos filhos, da escola para a o ginasio, ou para o ballet da filha, o Karaté do filho, depois para casa, as lidas da casa, os trabalhos de casa, o trabalho do trabalho que se trouxe para casa.
Que eficiência! Que perfeicão!
Mas onde falhamos?
Nas relações.
Marido e mulher, não têm tempo nesta correria desenfreada, para poderem passar um serão juntos, umas horas de lazer, ou simplesmente uma conversa, um trocar de opiniôes.
Pais e filhos. Os filhos que chegam ainda com tarefas de casa para fazer, o banho, o jantar, também já estão no bom caminho para a louca maratona da vida. O tempo para disfrutar com os pais é que é escasso. Talvez quem sabe no fim de semana se arranje algum. Chichi cama.
Os Pais e os irmãos, são aqueles com quem passamos as nossas primeiras duas décadas de vida, a quem telefonamos de vez enquando e a quem priviligiamos com algum do nosso precioso tempo com visitas semanais apressadas.
Os avós, guardamos excelentes recordações, mas já não cabem na nossa aterefada agenda.
Os amigos? Encontramo-nos para beber uns copos dar umas risadas. São bem vindos desde que não tragam problemas!
Lembram-se do orgulhosamente sós Estatal?
A nossa sociedade vive o Orgulhosamente só Individual.
Somos capazes de fazer mil tarefas ao mesmo tempo. Mas não somos capazes de nos sacrificar por uma relação.
Não temos tempo para ninguém.
Boa desculpa! E como não se pode mudar o sistema. E as coisas são como são. A sociedade de hoje é mesmo assim. Seguimos em frente com as nossas conciências aliviadas e resignadas.
O que nós realmente precisamos nos nossos dias, não é de ideais politicos fortes e revolucionários que tragam uma solução milagrosa.
O que nós necessitamos realmente é de uma revolução ideologica, que nos sacuda, que nos acorde desta apatia, deste conformismo, desta ausência de valores.
Para que preciso eu de trabalhar tanto? Para conseguir sucesso na minha carreira profissional? Que muitas das vezes não tem nada a ver com a minha competência?
Para conseguir a ambicionada casa, que vou levar uma vida a pagar?
Para conseguir o ultimo modelo de um carro qualquer?
Para conseguir as ambicionadas férias, para as quais me esfolei a trabalhar um ano inteiro e que nem sequer apreciei por estar tão cansada e stressada?
Para conseguir dar aos meus filhos tudo que eles precisam, quando não tenho hipotese de lhes dar aquilo que mais falta lhes vai fazer pela vida fora, a minha atenção?
O que nós realmente precisamos, é de uma revolução ideológica que nos faça perceber que quanto mais sozinhos estamos, mais infelizes somos e mais infelizes fazemos os outros que nos rodeiam. E que se calhar a prioridade não é a “tal casa” ou a “carreira profissional” .
Cada vez mais, temos menos tempo, para usufruir da companhia de seja de quem fôr. Seja ele o marido/esposa, os filhos, os pais, os avós ou os amigos.
Passamos o tempo a correr da casa, para o trabalho, do trabalho para o supermercado, do supermercado para a escola dos filhos, da escola para a o ginasio, ou para o ballet da filha, o Karaté do filho, depois para casa, as lidas da casa, os trabalhos de casa, o trabalho do trabalho que se trouxe para casa.
Que eficiência! Que perfeicão!
Mas onde falhamos?
Nas relações.
Marido e mulher, não têm tempo nesta correria desenfreada, para poderem passar um serão juntos, umas horas de lazer, ou simplesmente uma conversa, um trocar de opiniôes.
Pais e filhos. Os filhos que chegam ainda com tarefas de casa para fazer, o banho, o jantar, também já estão no bom caminho para a louca maratona da vida. O tempo para disfrutar com os pais é que é escasso. Talvez quem sabe no fim de semana se arranje algum. Chichi cama.
Os Pais e os irmãos, são aqueles com quem passamos as nossas primeiras duas décadas de vida, a quem telefonamos de vez enquando e a quem priviligiamos com algum do nosso precioso tempo com visitas semanais apressadas.
Os avós, guardamos excelentes recordações, mas já não cabem na nossa aterefada agenda.
Os amigos? Encontramo-nos para beber uns copos dar umas risadas. São bem vindos desde que não tragam problemas!
Lembram-se do orgulhosamente sós Estatal?
A nossa sociedade vive o Orgulhosamente só Individual.
Somos capazes de fazer mil tarefas ao mesmo tempo. Mas não somos capazes de nos sacrificar por uma relação.
Não temos tempo para ninguém.
Boa desculpa! E como não se pode mudar o sistema. E as coisas são como são. A sociedade de hoje é mesmo assim. Seguimos em frente com as nossas conciências aliviadas e resignadas.
O que nós realmente precisamos nos nossos dias, não é de ideais politicos fortes e revolucionários que tragam uma solução milagrosa.
O que nós necessitamos realmente é de uma revolução ideologica, que nos sacuda, que nos acorde desta apatia, deste conformismo, desta ausência de valores.
Para que preciso eu de trabalhar tanto? Para conseguir sucesso na minha carreira profissional? Que muitas das vezes não tem nada a ver com a minha competência?
Para conseguir a ambicionada casa, que vou levar uma vida a pagar?
Para conseguir o ultimo modelo de um carro qualquer?
Para conseguir as ambicionadas férias, para as quais me esfolei a trabalhar um ano inteiro e que nem sequer apreciei por estar tão cansada e stressada?
Para conseguir dar aos meus filhos tudo que eles precisam, quando não tenho hipotese de lhes dar aquilo que mais falta lhes vai fazer pela vida fora, a minha atenção?
O que nós realmente precisamos, é de uma revolução ideológica que nos faça perceber que quanto mais sozinhos estamos, mais infelizes somos e mais infelizes fazemos os outros que nos rodeiam. E que se calhar a prioridade não é a “tal casa” ou a “carreira profissional” .
3 comments:
Minha querida, que texto mais oportuno e lúcido este seu!!
Temos, efectivamente, de dar mais importância ao Ser do que ao Ter.
Abraço fraterno!
Concordo contigo mais do que falta de tempo ,acho que nos tornamos mais individualistas,e não fazemos tudo para termos mais tempo para nós e para os nossos .
Fica bem
Joy
Ola Sao
Ate porque o ter nunca se esgota.
Um saco sem fundo...
Mas o ser, e' tudo o que temos. E se nao for grande coisa, entao pouco valemos!
Querida Sao obrigada mais uma vez pela tua visita sempre tao carinhosa.
Ola Joy,
Exatamente. Depois queixamo-nos da falta de amigos e de quem goste de nos!
Mas quando perdemos tanto tempo a' volta do nosso umbigo, como podemos conquistar seja quem for?
Um abraco
Post a Comment